terça-feira, 29 de maio de 2012

Atlético (MG) 1 x 0 Corinthians – Vamos acordar pro Brasileirão!

Em jogo realizado no domingo (27/05), no estádio Independência, pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians enfrentou o Atlético (MG) e por mais uma vez ficou claro que nos falta o “matador” que faça os gols necessários e possamos voltar a vencer e convencer nas competições que estamos disputando.
Logo no início da partida as duas equipes erraram diversos passes e criaram poucas jogadas de ataque, deixando a partida morosa e bem truncada no meio de campo. Como já havia dito no pré-jogo tínhamos que tomar cuidado com a velocidade de Danilinho, Bernard e André. Mas foi Mancini que quase abriu o placar após bela tabela, mas que acabou com a bola tranquilamente indo pra fora.
O ‘bonecão de Olinda’, Élton pouco fez lá na frente e William até que tentou correr bastante, entretanto sem finalizar com qualidade ao gol adversário. A chance mais clara foi o cruzamento de Alex para Élton, que apareceu livre na pequena área, mas perdeu chance incrível cabeceando pra fora.
Sonolento e apático em campo o meia Danilo pouco apareceu para o jogo, o que deixou somente Alex responsável pela armação das jogadas. Aos 30 minutos quase abrimos o placar após ajeitada de cabeça de Élton para William, mas o goleiro Giovanni fez grande defesa, e nos deixou com o gol preso na garganta.
Em seguida foram muitos erros de passe até o apito do árbitro que, Graças a Deus, finalizou a primeira etapa.
No tempo complementar os mineiros voltaram com Junior César e Escudero nas vagas de Mancini e Dudu Cearense, assim possibilitando uma maior velocidade. Entretanto a primeira chance foi nossa, após cobrança ensaiada de Chicão para Danilo que desviou a bola de cabeça, mas o nosso centroavante (Élton) não chegou a tempo para empurrar pro fundo da rede.
Aos 18 minutos William recebeu de Alex pelo lado esquerdo e soltou o forte chute, a bola passou pelo goleiro adversário e Rafael Marques tirou em cima da linha, mas não antes tocar a mão na bola. E mesmo com a reclamação de nossos jogadores o árbitro mandou seguir a partida e nada marcou.
No minuto seguinte o zagueiro Réver avançou pela intermediária e cruzou em nossa área para o baixinho Danilinho, que se antecipou aos zagueiros e cabeceou na saída do goleiro Cássio. Gol do Atlético (MG).
Com a vantagem no placar a equipe adversária partiu pra cima, e aos 24 minutos Bernard soltou a bomba e o goleiro Cássio deu rebote. Na volta André colocou pra dentro da rede, mas o assistente já marcava, corretamente, impedimento.
Sabendo que a derrota poderia repercutir mal entre a nação corinthiana o professor Tite colocou Liédson e Douglas, mas pouco adiantou. Ainda o meia Douglas perdeu oportunidade ao cabecear pra fora cruzamento de Fábio Santos.
Ainda teve tempo para o nosso lateral-esquerdo, Fábio Santos e o centroavante mineiro André serem expulsos por reclamação.
Nos minutos finais tentamos pressionar para tentar pelo menos o empate, entretanto faltou aquele “matador”. No final mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, e sinal amarelo ligado no Parque São Jorge.
Agora o Corinthians tem 11 dias sem entrar em campo, mas trabalhará durante toda a semana para se preparar e receber o Figueirense, no Pacaembu, na quinta-feira (07/05), às 20h30, pela 3ª rodada do Brasileirão.

sábado, 26 de maio de 2012

Pré-jogo: Começar a pontuar no Brasileirão

Depois de classificação para as semifinais da Copa Libertadores da América o Corinthians volta a entrar em campo nesse domingo (27/05), às 16h, quando vai até Minas Gerais enfrentar o Atlético.
Na primeira rodada da competição acabamos derrotados pelo placar de 1 a 0 frente ao Fluminense, sendo que atuamos com uma equipe totalmente reserva, exceção feita ao goleiro Cássio. Agora temos que esquecer a competição sul-americana e somar os pontos possíveis até o dia 13 de junho, quando acontece a primeira partida da semifinal.
Com os desfalques de Émerson Sheik, Jorge Henrique e Paulinho (todos poupados), Paulo André e Wallace (lesionados), o professor Tite escalou para essa partida a seguinte equipe: Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; William Arão, Ralf, Danilo e Alex; William e Élton. Ainda teremos no banco de reservas Danilo Fernandes, Weldinho, Ramón, Marquinhos, Antônio Carlos, Douglas, Liédson e Gilsinho.
Temos totais condições de vencer e somar os nossos primeiros pontos na tabela de classificação do Brasileirão, entretanto precisaremos ter eficiência e saber jogar com velocidade. O setor defensivo tem que tomar cuidado com Bernard, Mancini e André que podem desequilibrar a partida com toques rápidos de bola.
E após o apito final do árbitro Wilton Pereira Sampaio você acompanha aqui toda a análise e os comentários da partida. Não perca e participe!

Pra cima, Timão!

10ª Batalha: Corinthians 1 x 0 Vasco da Gama – Do nosso jeito!

Jogando no estádio do Pacaembu com aproximadamente 36 mil pagantes, o Corinthians chegou, na quarta-feira (23/05), a sua 10ª batalha na Copa Libertadores da América. A partida foi contra o Vasco da Gama e definiu quem avançaria à próxima fase da competição.
No primeiro tempo o jogo foi bem truncado, como havia acontecido em São Januário, sem nenhuma equipe querendo arriscar a sofrer o gol e complicar a sua classificação. Mas na arquibancada a nossa torcida dava o seu espetáculo como se fosse a final da competição, e o apoio foi grande durante todo o jogo sem desanimar em nenhum momento.
Os meias Alex e Danilo não se encontravam em campo devido a forte marcação sofrida, por isso insistíamos pelas laterais com Fábio Santos e Alessandro, sendo que a esquerda era a nossa melhor opção, uma vez que Sheik sempre se arriscava por ali. E foi exatamente o atacante que viu a bola sobrar na área e chutou, mas foi travado no momento certo.
A nossa vontade era tanta que muitas vezes levou perigo ao nosso gol, uma vez que o árbitro marcou faltas na proximidade de nossa área, mas mesmo cobrando com maestria Juninho não conseguiu vencer o goleiro Cássio em nenhuma delas.
Éder Luís também causou preocupação em nosso setor defensivo, mas quando Jorge Henrique passou a ajudar a marcação o problema foi solucionado, causando até um princípio de confusão entre os dois jogadores.
E antes de terminar a primeira etapa o lance de mais emoção foi do nosso lado, uma vez que Paulinho subiu mais do que o setor defensivo adversário e cabeceou. O gol parecia certo, mas o goleiro Fernando Prass fez grande defesa.
Na segunda etapa as equipes voltaram sem alterações, mas com o objetivo de fazer o gol. Com isso a partida ficou aberta e o espetáculo mais vistoso, mas não saia do meio de campo. Enquanto tentávamos dominar e armar as jogadas, o Vasco da Gama só queria saber de “chutão” pra frente.
Depois de Vuaden não marcar falta em arrancada de Paulinho, o professor Tite se revoltou e discutiu com a arbitragem, e por consequência foi expulso de campo. Com isso teve de assistir a partida no meio dos torcedores, e juntamente com diversos diretores. Mas a tensão só ia aumentar, porque aos 17 minutos Alessandro chutou a bola no corpo de Diego Souza, que partiu do meio de campo com a bola dominada, e por oito segundos teve a chance de estragar o nosso sonho, mas o chute de pé direito possibilitou que Cássio crescesse e fizesse excelente defesa. Dessa vez o goleiro nos salvou e mostrou porque é titular absoluto.
Na cobrança de escanteio a zaga voltou a falhar e Nilton subiu sozinho, mas cabeceou no travessão. Sentindo o momento ruim, então começamos a gritar mais forte na arquibancada e os jogadores se lançaram para o ataque em busca do gol.
Foi quando sufocamos os cariocas, com chute de Émerson Sheik na trave que desviou no goleiro Fernando Prass. Mas parecia que o gol estava querendo sair.
Quando eram passados 42 minutos Alex cobrou escanteio e Paulinho subiu, sozinho, no meio da zaga vascaína. A bola com perfeição foi morrer no fundo da rede, e o delírio da nação corinthiana foi enorme, inclusive com o volante indo comemorar no alambrado, e o técnico Tite celebrar o gol no meio do bando de loucos.
Faltavam apenas cinco minutos, e sabíamos que não poderíamos tomar o gol. Por isso nos fechamos e começamos a somente prender a bola e fazer o tempo passar. No final mais uma batalha vencida e a classificação para a semifinal garantida.
Agora voltamos a jogar pela Copa Libertadores no dia 13 de junho, quando enfrentamos a equipe do Santos pelas semifinais da competição. Quem viver verá!

Cássio – Titular. A cada partida vem mostrando o seu valor e que merece ser o titular. Contra o Vasco da Gama fez defesas maravilhosas, e em especial no lance com o Diego Souza. Mas teve duas falhas que poderiam ter comprometido (rebateu chute do Juninho pra frente e quis evitar escanteio, mas colocou a bola nos pés do adversário). Por isso não vai levar nota máxima. Nota: 9.

Alessandro – Fraco. Esqueçamos o lance que quase culminou em gol. Avaliando os outros aspectos podemos afirmar que não tem mais condições de atacar e defender, porque não tem força física. Pode comprometer o nosso time nas semifinais, mas no momento não temos ninguém melhor. Nota: 4.

Chicão – Bom. Foi bem tanto no setor defensivo como na saída de bola, uma vez que os armadores e volantes estavam bem marcados. Precisa melhorar nas jogadas aéreas e errar menos passes. Nota: 8.

Leandro Castán – Excelente. Não me lembro de ter perdido nenhuma jogada, e anulou o Éder Luís. Tem mostrado muita cara e determinação durante as partidas e só está faltando um golzinho a favor. Nota: 9.

Fábio Santos – Discreto. Mais preocupado em defender do que atacar. Quando foi no setor ofensivo não aproveitou as chances e se mostrou discreto. Nota: 8.

Ralf – Seleção. É o único volante capaz de parar o Neymar no Brasil e tenho certeza que fará isso nas semifinais. Foi muito bem na parte defensiva e melhorou na saída de bola, mas precisa aprimorar os chutes de longa distância. Nota: 10.

Paulinho – O cara. Nos últimos dois jogos têm subido muito bem de cabeça, e foi assim que apareceu para nos ajudar na classificação as semifinais. Também já merece fazer parte da seleção brasileira. Nota: 10.

Danilo – Faltou. Apesar de ter cadenciado a partida em alguns momentos, precisa voltar a ser aquele armador que mais dá assistências no time. Nota: 7.

Alex – Sono. Cobrou o escanteio para o gol e foi só. Parece que desaprendeu a chutar ao gol e armar as jogadas. Até se dedica muito, mas faltou competência para execução das jogadas. Nota: 6.

Jorge Henrique – Pouco. Vinha jogando muito, mas com a preocupação de só marcar as vezes esquece que precisa fazer seus gols, e partir pra cima do adversário. Nota: 7.

Émerson Sheik – Pode mais. Tentou diversos dribles e nenhum foi executado com perfeição. Sabemos da qualidade do atleta e por exigimos um melhor rendimento. Entretanto tem crédito com a nação corinthiana. Nota: 7.

William – Precisa melhorar. Entrou no decorrer da partida na vaga do Jorge Henrique, mas pouco fez. Nota: 5.

Liédson – Entrou. Deu alguns toques na bola e estava na área durante a jogada do gol. Foi importante após o gol, porque soube segurar a bola e chamar as faltas necessárias para o tempo passar. Nota: 5.

Tite – Quase perfeito. Ainda acho que precisamos jogar com um centroavante se quisermos marcar os gols necessários na próxima fase, mas respeito a decisão do professor. Não pode perder a cabeça e ser expulso de forma boba, mas acompanhou o restante no meio da massa e pôde sentir como é o drama. Está de parabéns pela nossa campanha. Nota: 9.

Fiel Torcida – Linda. Mostrou como se torce e empurra o time ao título de uma competição. Foi a união de todas as torcidas em prol de um bem comum... Corinthians! Nota: 10.

Leandro Pedro Vuaden – Bem. Apesar de não ter marcado algumas faltas para os dois lados, até que foi bem. Se tivesse marcado a falta no Paulinho não tinha expulsado o professor Tite. No mais não influenciou na partida. Nota: 8.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pré-jogo: Primeira final da Libertadores

Logo mais às 21h50, a equipe do Corinthians entra em campo para a sua 10ª batalha na Copa Libertadores da América. Só que dessa vez a batalha vale o domínio de um território, e o avanço à próxima fase da competição, em que enfrentaremos os argentinos do Vélez Sarsfield ou o Santos.
Sabemos da dificuldade dessa noite por isso mesmo a nação corinthiana estará unida em uma única voz durante toda a partida, para que possamos apoiar os nossos soldados e comandante rumo a mais uma vitória. Com a equipe toda a disposição, com exceção dos zagueiros Paulo André e Wallace e do volante Edenílson que se recuperam de contusão, o professor Tite decidiu levar a campo os seguintes jogadores: Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Alex e Danilo; Jorge Henrique e Émerson Sheik.
Apesar, de novamente, estarmos sem um centroavante de ofício irei apoiar o time, e espero aqueles que estejam no banco de reservas estejam ligados caso seja preciso entrarem durante a partida. Para vencer o ferrolho do Vasco da Gama precisamos também arriscar chutes de fora da área com Fábio Santos, Danilo, Alex e Jorge Henrique.
Precisamos ter cuidado com as investidas de Éder Luís, Alecssandro, Fágner, Felipe (Juninho) e os chutes do nosso ex-jogador, Nilton. Mas temos que explorar e pressionar a fraca dupla de zaga adversária, que qualquer coisa entrega. Também o Jorge Henrique precisa cair nas costas do Thiago Feltri assim possibilitando uma grande correria.
Acredito que podemos vencer por 3 a 0 (pelo menos foi o resultado que coloquei no bolão), mas precisamos ter cautela e sem ficar na retranca. Se o primeiro gol sair até os 20 minutos ninguém nos segura, entretanto precisamos aproveitar as oportunidades que teremos para matar a partida, uma vez que o resultado de empate com gols é do adversário.
Apoiaremos até o final e queremos ver garra e raça na equipe, porque somente assim poderemos ocupar esse território e avançar de fase.
Após o apito final do árbitro Leandro Pedro Vuaden, vocês acompanham aqui a análise e os comentários da partida. Não percam e participem!

Prontos para a batalha
Cássio:
nossa muralha
Chicão e Castán: nossos guardiões
Alessandro: nosso guerreiro
Fábio Santos: nosso dragão
Ralf e Paulinho: nossos soldados
Danilo e Alex: nossos mestres
Jorge Henrique e Sheik: nossos exterminadores
Tite você é o comandante que conduzirá todos para a vitória, ao seu lado existem soldados que devem estar prontos para entrar na batalha a qq momento.
Tenham certeza que uma nação com mais de 30 milhões de cidadãos estarão apoiando até o fim os nossos soldados. Tamo junto família!


Pra cima, Timão!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Corinthians 0 x 1 Fluminense – Começamos vacilando

Em jogo realizado no domingo (20/05) pela abertura do Campeonato Brasileiro de 2012, o professor Tite decidiu, em minha opinião de forma correta, em colocar um time reserva contra o Fluminense. Entretanto o time foi tão fraco que me fez repensar em alguns nomes e posições realmente carentes para a nossa equipe enfrentar a longa caminhada do Brasileirão, e o restante da Copa Libertadores da América.
Pelo nosso time o único titular foi Cássio, que tinha a experiência de Douglas, Liédson, William e Ramírez em campo. Mas o goleiro e o peruano foi os únicos que realmente se destacaram na partida e deixaram o gramado aplaudidos pela nação corinthiana.
No primeiro tempo a disputa ficou no meio campo, e a falta de entrosamento de ambas equipes fez com que os passes errados fossem bem excessivos. Mesmo jogando em casa e pressionando o adversário não conseguíamos chegar até ao gol de Ricardo Berna, o único que mostrava criatividade e vontade jogar era Ramírez, que fez o adversário até mesmo fazer uma alteração para que pudesse ocorrer a marcação individual no peruano.
Lá atrás Cássio nos salvou em chute de Matheus Carvalho e na cobrança de falta de Carleto. O nosso atleta William ainda sofreu um pisão dentro da área, o que foi pênalti claro, mas o árbitro não marcou e todos abafaram o caso.
Na volta para o segundo tempo o Fluminense passou a arriscar mais de fora da área e nos pressionar. Mas aos 9 minutos, Douglas partiu pela esquerda e chutou na trave, a bola ainda bateu nas costas de Ricardo Berna, mas não entrou.
Mesmo bem abaixo do esperado tentávamos pressionar o adversário, mas a falta de ritmo, força e falhas individuais impediam que chutássemos a gol.
E mais uma vez o velho ditado foi cumprido: “quem não faz toma”. Aos 26 minutos Leandro Euzébio subiu mais do que Ramón e marcou o gol do Fluminense, também terminando com a invencibilidade de 431 minutos de Cássio sem tomar gols.
Com a vantagem dos cariocas o professor Tite começou a fazer alterações errôneas e desesperadas. Primeiro sacou Gilsinho e colocou Élton, em seguida tirou William Arão e promoveu a estreia de Adílson. Então chegou no momento que tínhamos quatro atacantes, mas Douglas e Ramírez não conseguiam cruzar a bola para subirem na área adversária.
Sem esboçar a reação e raça que a nação corinthiana gosta o jogo foi se encaminhando para o fim, e as promessas Matheuzinho, Denner e Giovanni mais uma vez ficaram no banco de reservas e não tiveram suas oportunidades.
No final Fluminense 1 x 0 Corinthians!
Agora voltamos nossas concentrações para a partida de quarta-feira (23/05) válida pela 10ª batalha da Copa Libertadores da América frente ao Vasco da Gama, sendo que vale vaga para as Semifinais da competição. Já no domingo (27/05), às 16h, viajamos até Minas Gerais para enfrentar o Atlético, pela 2ª rodada do Brasileiro.

Cássio – Inevitável. Uma hora sofreria o gol, mas se não fosse o incompetente do Ramón essa invencibilidade teria continuado, pelo menos por enquanto. No jogo foi muito bem, e só errou em um lance. Nota: 10.

Weldinho – Discreto. O jogador não sabe aproveitar as oportunidades que tem. Na partida ficou mais preso na marcação e pouco avançou. Nota: 6.

Antônio Carlos – Tranquilo. O jovem foi muito bem e teve uma atuação discreta durante toda a partida, dessa maneira não comprometeu o setor defensivo. Nota: 8.

Marquinhos – Talento. Em breve chegará a titularidade absoluta, uma vez que passa tranquilidade ao setor defensivo e é muito bom nas jogadas aéreas. Só não queira sair jogando, porque ainda não é Gamarra. Nota: 8.

Ramón – Horrível. Como sempre disse é um jogador limitadíssimo e continua assim. A única coisa que é um pouco melhor é no setor ofensivo, mas foi muito mal. Atrás sempre compromete, uma vez que não sabe marcar nem com a bola rolando e em jogadas de bola parada. Pra mim já poderia ter ido embora há muito tempo. Nota: 3.

William Arão – Precisa aprender. É um jogador que consegue se posicionar bem, entretanto toda marcação é feita com falta, por isso precisa deixar de ser tão afoito assim. Também a sua saída de bola é muito fraca, já que erra diversos passes simples. Nota: 5.

Ramírez – Lúcido. Foi o melhor jogador dos dois times que estiveram em campo, entretanto não consegue jogar sozinho e precisa de um jogador com o mesmo empenho de seu lado. Nota: 8.

Douglas – Sono. Acertou uma bola na trave e foi só isso que fez durante toda a partida... ah sim, também cometeu diversas faltas bobas. Nota: 5.

Gilsinho – Deslocado. Não vou criticar, porque jogou deslocado (caiu na esquerda quando sua posição é a direita) e até fez uma boa partida quando teve as oportunidades. Mostrou muita raça. Nota: 6.

William – Fraco. Sem consciência nenhuma de jogo e totalmente deslocado na partida, parece que desaprendeu a jogar. Digo que é jogador de segundo tempo. Nota: 4.

Liédson – O mesmo. Passou mais uma partida sem marcar gol, e mesmo assim ainda conta o apoio da nação corinthiana devido a sua dedicação dentro de campo, mas não dá pra fazer tudo. Precisa que alguém leve a bola até ele. Nota: 6.

Élton – Entrou. Sem nota.

Adílson – Entrou. Sem nota.

Tite – Lerdo. Escalou os reservas para a disputa da partida, e isso eu concordo. Mas não pode deixar mais Denner, Matheuzinho e Giovanni no banco de reservas durante essas partidas, pois os meninos teriam deitado e rolado em cima da zaga pesada do Fluminense. Depois me coloca quatro atacantes, mas não pede para os seus meias cruzarem a bola na área, e ai ficou sem sentido nenhuma as alterações. Admiro o trabalho do professor durante toda a sua campanha, mas nessa partida foi fraco demais. Nota: 5.

Fiel Torcida – Presente. Mesmo tendo jogo meio de semana e final de semana, o bando de loucos se fizeram presentes mais uma vez e apoiaram do início ao fim. Nota: 10.

Fabrício Nevez Côrrea – Regular. Inverteu algumas faltas e deixou de marcar o pênalti claro sobre o William ainda no primeiro tempo. No restante da partida não comprometeu. Nota: 5.

domingo, 20 de maio de 2012

Pré-jogo: Começa a busca pelo Hexa!

Logo mais às 16h o Sport Club Corinthians Paulista entra em campo para iniciar a sua trajetória no Campeonato Brasileiro de 2012. A equipe, que é a atual campeã da competição, buscará o bicampeonato consecutivo e o sexto título na história.
Com a disputa da Copa Libertadores da América diversos jogadores considerados titulares serão poupados das primeiras rodadas. Entretanto com o atual elenco que temos não vamos conseguir vencer o Brasileirão, pois é um torneio aguerrido e que sempre é definido nas últimas rodadas, o que deixa as 38 rodadas da competição mais emocionantes.
A diretoria começa a se mexer e contratar jogadores para reforçar o elenco e disputar a competição, os que já assinaram contratos foram o centroavante Adílson (ex-XV de Piracicaba) e o lateral Guilherme (emprestado pela Ponte Preta). Mas nomes mais consagrados também devem chegar para o nosso time, entre eles são cogitados Alexandre Pato, Tevez, Christian e até o holandês Seedorf.
Enquanto o professor Tite não tem mais reforços ele escala a equipe com o que tem de melhor na reserva. A primeira partida será contra o Fluminense e por isso o nosso técnico manda a campo a seguinte formação: Cássio, Weldinho, Antônio Carlos, Marquinhos e Ramón; William Arão, Ramírez e Douglas; Gilsinho, William e Liédson.
O jogo acontece no Pacaembu que deverá ter um bom público para prestigiar o nosso Corinthians em busca de mais um título, e nada melhor do que começar com três pontos.
E logo após o apito final do árbitro Fabrício Neves Côrrea você acompanha aqui os comentários e a análise da partida. Por isso não deixe de participar e opinar.

Pra cima, Timão!

9ª Batalha: Vasco da Gama 0 x 0 Corinthians – Sem centroavante é brincadeira

Entramos em campo (ou no pasto), na quarta-feira (16/05), para a nona batalha da Copa Libertadores da América, dessa vez contra o Vasco da Gama. Sem um centroavante de ofício pouco levamos perigo a meta adversária, bem como também pouco fomos ameaçados. Como disseram diversos comentaristas esportivos foi “defesa contra defesa”. Sem falar no campo que devido a chuva virou um verdadeiro pasto.
No começo do jogo muitas faltas foram marcadas no meio de campo e a partida estava bem truncada. Com isso nenhum dos dois times conseguia entrar na defesa adversária, então Fábio Santos, pelo Corinthians, e Rômulo, pelo Vasco da Gama, tentaram arriscar chutes de fora da área, mas sem nenhuma precisão.
Sem o “matador” acreditamos muito na velocidade de Sheik e Jorge Henrique, entretanto o nosso motorzinho estava mais preocupado em auxiliar na marcação do que partir pro ataque, já o Émerson fez as nossas melhores jogadas ofensivas pelo lado esquerdo.
No setor de armação Alex e Danilo foram bem marcados e não conseguiam levar a bola até o ataque. Já Éder Luís preocupava a nossa defesa, mas Leandro Castán, em mais uma grande exibição, conseguiu neutralizá-lo.
Já quase no final da primeira etapa Alessandro entrou pela direita, sem marcação, e bateu cruzado, mas a bola passou ao lado do gol adversário.
Com muita chuva a segunda etapa começou com um jogo mais franco, sendo que o Vasco da Gama procurava a todo momento a marcação de seu primeiro gol. Já o nosso time ficou acuado e em certos momentos defendia com todos os jogadores.
A defesa corinthiana conseguia controlar a partida, e só tínhamos o contra-ataque como referência, mas com Alex e Danilo sumidos na partida e Paulinho não tendo oportunidades não conseguíamos chegar ao gol de Fernando Prass.
Aos 19 minutos a melhor chance ainda foi nossa quando Alex cruzou e Jorge Henrique deu peixinho, mas o goleiro defendeu com os pés, no rebote Ralf pegou de primeira e Rodolfo colocou para escanteio.
Parecia que se apertássemos um pouco poderíamos conseguir o resultado positivo, mas o professor Tite continuou com sua filosofia de empatar fora de casa, e deixar pra decidir no Pacaembu.
Diego Souza, aos 26 minutos, marcou o gol de cabeça, entretanto o árbitro Sandro Meira Ricci anulou muito bem, uma vez que o atacante adversário estava um pouco a frente quando do desvio de cabeça.
Os cariocas colocaram Felipe e Carlos Alberto para tentar dar maior criatividade ao time, nós colocamos William e Douglas para tentarmos mudar alguma coisa. Apesar de sofrer uma forte pressão até aos 40 minutos, os últimos instantes foi só nosso e mostramos que temos uma defesa perfeita, só que um setor ofensivo inexpressivo.
No final empate em 0 a 0, e agora a decisão ficou para quarta-feira (23/05), às 21h50, no Pacaembu. Uma vitória simples nos leva para as semifinais, empate sem gols a partida vai para os pênaltis e empate com gols a vaga é dos cariocas.

#Agora a decisão é em casa

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Qual deve ser o nosso ataque titular?

O ataque do Sport Club Corinthians Paulista tem sido a grande dor de cabeça do professor Tite e dos torcedores nesse ano de 2012. O que parecia certo e que seria um setor do qual não teríamos dor de cabeça tem nos deixado preocupados, uma vez que nenhum dos atacantes tem rendido o necessário.
Ao todo até aqui foram 48 gols marcados pelo Corinthians, sendo que os artilheiros da temporada são Émerson Sheik e Danilo, com cinco gols cada. Apesar de termos uma defesa consistente que toma poucos gols temos um setor ofensivo que faz pouquíssimos gols.
Devido a essa escassez de gols uma pergunta veio a cabeça de blogueiros, torcedores, comentaristas e profissionais do esporte: quais os atletas que deveriam ser os titulares do ataque corinthiano?
Gosto muito do sistema 4-3-3, porque assim somos mais ofensivos com três atacantes e mesmo tendo que um jogador ter de voltar para ajudar na armação e marcação no meio campo, acredito que rendemos melhor. Analisando as opções que temos de atacantes (Liédson, Émerson Sheik, William, Jorge Henrique, Élton, Bill e Gilsinho) acredito que precisamos de dois jogadores velocistas pelo lado do campo, e um cara que saiba fazer o pivô e seja o matador.
No lado esquerdo iniciaria com o Sheik, pois passa por uma grande fase e tem sido decisivo nas armações de jogada e velocidade por esse setor do campo. Do lado direito deixaria Jorge Henrique e em sua ausência a vaga seria de William. Acredito que essas sejam opções da grande parte dos corinthianos.
Entretanto e o centroavante? Quem deve ser? Liédson que era unanimidade já não é mais. Élton ainda não caiu nas graças dos torcedores, e Bill o professor Tite não coloca ele nem no banco de reservas.
Apesar de todos esses problemas o meu centroavante se chama “Liedshow”, o Levezinho, que apesar de sentir dores no joelho esquerdo e não atravessar uma boa fase é um guerreiro dentro de campo, e se não faz gol pelo menos rouba bola e dá passes para os seus companheiros.
É lógico que existem outros defensores que querem ver o time com os meias Danilo e Alex, e na frente somente dois atacantes. Também respeito essa posição, entretanto se for para optar por esse esquema defendo em nosso ataque, a dupla Sheik e Liédson.
Posso receber críticas de muitos corinthianos, mas dentro do elenco não existe nenhum centroavante superior ou melhor que Liédson, uma vez que o William não conseguiu corresponder a altura quando quis ocupar aquele espaço.
E ai nação corinthiana, para vocês qual deve ser o nosso ataque titular?

Aqui é Corinthians!

sábado, 12 de maio de 2012

8ª Batalha: Corinthians 3 x 0 Emelec – O próximo, por favor!

A equipe do Corinthians entrou em campo na quarta-feira (09/05) para enfrentar o time do Emelec do Equador, em partida válida pela 8ª batalha pela conquista do tão sonhado título da Copa Libertadores da América. Em território inimigo o jogo havia terminado em 0 a 0 por isso uma vitória simples nos daria a condição de avançar no tabuleiro e partir para a próxima batalha.
No início da partida o que se notava era a grande tensão de jogadores e a adrenalina de torcedores espalhados por todo o planeta. Entretanto Émerson Sheik sabia o que tinha de fazer para encaminhar a nossa classificação. E a pressão era total pra cima do adversário, em especial pelo setor esquerdo, e de tanto insistir logo aos 7 minutos Sheik deu passe preciso para Fábio Santos dividir com o zagueiro adversário e ver a bola sobrar em seu pé, então foi só levantar a cabeça e concluir no canto direito do goleiro Dreer. Estava aberto placar!
Mesmo com a vantagem voltamos a carga para matar logo a partida, o adversário era passivo e não conseguia avançar com perigo. Tentando jogadas aéreas todas as vezes nossa zaga soube se comportar, e quando não estava Cássio para tirar o perigo.
Jogando em cima do adversário o Corinthians pecava na falta de pontaria em chances claras de gol com Paulinho e Sheik (por duas vezes) e mais uma de William. Isso ia deixando os torcedores impacientes, já que o empate com gol classificaria o Emelec. Querendo procurar o contra-ataque recuamos muito e começamos a cometer erros infantis, principalmente na saída de bola com Ralf, Danilo e Alex. Mas mesmo assim ainda continuávamos superiores.
Na volta do intervalo o professor Tite teve de fazer uma substituição, uma vez que Edenílson fraturou o pé e não conseguiu voltar, então em seu lugar foi Alessandro. Logo no início da partida o adversário partiu com tudo pra cima de nosso time, e começou a gerar uma certa instabilidade na defesa, tendo Cássio que fazer defesas milagrosas e salvar o time de levar os gols.
Mesmo com a nossa queda de rendimento os equatorianos erravam muitos passes e não conseguiam dar prosseguimento nas jogadas. Alex e Danilo já não conseguiam armar o time que recuou totalmente. Mas aos 19 minutos Chicão cobrou falta e Paulinho apareceu entre os zagueiros e desviou pro fundo das redes.
Com 2 a 0 no placar a vaga já estava garantida e bastava o Corinthians administrar a posse de bola, mas aos 40 minutos ainda encontramos o terceiro gol, após chute de Alex na saída do goleiro.
Pronto a vaga estava assegurada para a próxima batalha, e só restou aos torcedores coreografarem o término da partida com o tradicional “olé”.
Agora voltamos a entrar em campo na quarta-feira (16/05), às 21h50, contra o time do Vasco da Gama, em batalha válida pelas quartas de final.

Cássio – Encontramos. Apesar de reafirmar que sou defensor do Danilo Fernandes como titular, tenho que dizer que encontramos o goleiro pra fazer história em nossa meta. Seguro, com boa envergadura e sai bem do gol. Nota: 10.

Edenílson – Regular. Enquanto esteve em campo foi pouco ao ataque e ficou mais preso no setor defensivo. Errou alguns passes e fará falta ao time nesse tempo que ficará fora. Nota: 6.

Chicão – Ótimo. Fez uma partida com muito volume de jogo e quando foi exigido nas bolas aéreas se comportou muito bem. Depois ainda cobrou falta com precisão para o Paulinho. Nota: 10.

Leandro Castán – Excelente. Preciso nos desarmes e na cobertura dos laterais. Só me dá medo quando quer sair jogando. Tem aparecido muito bem lá na frente e cada vez mais mostra que tem a raça corinthiana. Nota: 10.

Fábio Santos – Parabéns. Primeiro se comprometeu em marcar como foi proposto pelo Tite, e fez muito bem. Em seguida ainda avançou e deixou o seu gol, que deu mais tranquilidade para o time jogar. Nessa partida foi muito bem e só tenho que elogiar. Nota: 10.

Ralf – Seleção. É o jogador para ser titular e o homem de confiança do técnico da seleção brasileira. Sem muita mídia e irreverência, ele tem mantido a sua regularidade. Só precisa melhorar na saída de bola. Nota: 9.

Paulinho – Desse jeito. Bem na marcação e melhor ainda aparecendo no ataque. Fez um gol que assegurou a classificação à próxima fase, mas perdeu outros dois que não dá pra aceitar. Vamos colocar o pé na forma. Nota: 9.

Danilo – Maestro. É o jogador que sabe jogar a Libertadores, porque quando precisa acelera a jogada e quando estamos vencendo pede a bola e cadencia. Nota: 8.

Alex – Mais ou menos. Tem que aprender que na Libertadores o árbitro não dá qualquer falta, então vê se para de cair tanto assim. Também é armador e não pode errar o tanto de passes que errou nessa partida. No final deixou o seu gol e auxiliou o time. Nota: 7.

Émerson Sheik – O cara. É um jogador que não tem medo de partir pra cima do adversário. Ele leva tapa na cara, cotovelada, entradas violentas e mesmo assim se recupera e vai driblar o adversário. Nesse jogo foi muito importante pelo lado esquerdo, só não queiram que ele marque tanto, porque não é sua característica. Nota: 9.

William – Fraco. Muitos podem até me criticar, mas não dá pra deixar o Liedshow no banco de reservas e dar a oportunidade para ele como centroavante. Jogando do lado do campo até é aceitável, mas como pivô isso é impensável. Nota: 6.

Alessandro – Bem. Precisará ter ritmo de jogo e preparo físico para suportar a nossa trajetória na Libertadores e no Brasileirão. Na partida até foi bem e não comprometeu, entretanto as suas constantes lesões me preocupam. Nota: 6.

Liedson – Discreto. Entrou e recebeu poucas bolas, mas foi auxiliar na marcação e ainda puxou contra-ataques. No elenco hoje é o centroavante titular, e ponto. Nota: 5.

Douglas – Entrou. Sem nota.

Tite – Quase perfeito. Na partida fez tudo certinho, mas na escalação deveria ter iniciado com Liedson e não William. Tem que saber que o menino joga bem pelos flancos e não como centroavante. Nota: 9.

Fiel Torcida – Massa. Mais uma vez compareceu em peso e conseguiu empurrar o time para a vitória e classificação. Agora vamos invadir o Rio de Janeiro. Nota: 10.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pré-jogo: Contra tudo e todos em busca da classificação

Logo mais a noite a equipe do Sport Club Corinthians Paulista recebe o time do Emelec (Equador) em busca de uma das vagas para a batalha das quartas de final da Copa Libertadores da América.
A batalha de logo mais será um passo importante rumo à conquista da competição sulamericana. Jogando fora de nossos domínios não passamos de um empate, sem gols, com o adversário equatoriano, entretanto se hoje permanecer assim durante o tempo normal teremos que enfrentar a decisão da vaga nos pênaltis, já se o jogo acabar empatado com qualquer número de gols, o Emelec é quem estará classificado.
Pensando dessa maneira a coisa mais fácil que temos de fazer é pressionar o fraco time equatoriano, e fazermos os gols necessários para sairmos com a vitória do Pacaembu, que promete estar tomado pelo bando de loucos. Quem não pode ir até o estádio verá tudo pela televisão, e passara energias positivas aos jogadores de nosso elenco.
Não adianta nos preocuparmos com arbitragem, porque nessa Guerra temos que enfrentar a todos, até mesmo os superiores para que assim possamos vencer cada batalha. Desistir jamais, porque aqui é Corinthians e mesmo se sofrermos o gol temos de ir pra cima e buscar o resultado que precisamos.
Para a partida de logo mais o professor Tite terá somente o desfalque de Jorge Henrique que foi expulso lá no Equador, por isso mandará a campo a seguinte formação: Cássio, Edenílson, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Émerson Sheik e William.
Apesar de apoiar e achar que essa equipe é bem competente para conseguir a vaga para a próxima fase da competição, ainda começaria a partida com Liédson no lugar de William, mas essa é só uma opção de torcedor e sei que muitos concordam com a decisão do professor Tite. Por isso vou apoiar e ver o que vai dar.
Total atenção com as bolas alçadas em nossa aérea, uma vez que Figueroa e companhia são bons nessas jogadas, mas no mais não conseguem evoluir muito não. Erram muitos passes e a defesa é bem lenta.
E como acontece sempre logo após o apito final do árbitro Dario Ubriaco, você acompanha aqui todos os comentários e a análise completa da partida.

#Muita adrenalina

terça-feira, 8 de maio de 2012

7ª Batalha: Emelec 0 x 0 Corinthians – Jogo truncado e erros do árbitro

O time corinthiano foi até Guayaquil, no Equador, para enfrentar o time do Emelec na noite de quarta-feira (02/05), e apesar de muito se esforçar não passou de um empate sem gols com o adversário. A partida que tinha tudo para ter os jogadores como destaque, quem roubou a cena foi o árbitro colombiano José Hernando Buitrago que de forma visível foi bem “caseiro” e deixou de marcar diversas faltas a nosso favor, com isso ainda expulsou o Jorge Henrique e nos seis cartões amarelos, mais do que levamos em toda a 1ª fase da competição.
Começamos o primeiro tempo mais preocupados em marcar as jogadas aéreas do adversário do que atacar. Com isso os laterais ficaram ‘presos’ no campo de defesa e com competência evitaram que nossa equipe sofresse com os cruzamentos. Entretanto tanta cautela fez que o jogo ficasse truncado e não tivesse emoções.
Nos utilizamos somente do contra-ataque e William e Jorge Henrique até arriscaram, entretanto sem perigo para o goleiro adversário. O nosso atacante Émerson Sheik tomou diversas pancadas e nenhuma falta era marcada sobre ele, em contrapartida qualquer toque dos jogadores corinthianos, nos equatorianos, era punido com o cartão amarelo pelo árbitro da partida.
No final todos corinthianos saíram reclamando da arbitragem e diziam ser um árbitro bem ‘caseiro’. O que também era percebido por quem acompanha no estádio e na televisão.
A etapa complementar começou bem agitada, e logo aos 3 minutos Giménez cruzou para a grande área, o zagueiro Achilier desviou de cabeça e Cássio fez sua primeira grande defesa no Corinthians. Na jogada seguinte Sheik arrancou pela esquerda e quase marcou o gol.
Aos 7 minutos Jorge Henrique fez falta no meio campo, e como já tinha levado cartão amarelo no primeiro tempo foi punido com o vermelho. Com um a menos não sabíamos se atacávamos e tentávamos pelo menos um gol, ou se recuávamos e esperávamos o jogo terminar.
O professor Tite optou por sacar William e colocar Alex, mas mesmo assim não funcionava mais a nossa força ofensiva e o árbitro continuava a nos prejudicar o que fez Danilo e Edenílson tomarem cartão amarelo por reclamação. Com um a menor o time equatoriano partiu pra cima, mas sem nenhuma técnica. Aos 17 minutos a melhor jogada foi uma cobrança de falta no travessão de nosso goleiro.
Sem conseguir cruzar as bolas o Emelec não consegui chegar com eficiência ao gol de Cássio, e quando chegou o goleiro fez grande defesa.
Apesar de não termos feito uma boa partida, e nos preocuparmos mais com o árbitro e a defesa conseguimos levar a decisão da vaga para o Pacaembu. Agora os jogadores contarão com o apoio da nação corinthiana, e daremos o tratamento devido ao Emelec.

Cássio – Seguro. Se mostrou bem na saída do gol, na reposição de bola e fez duas grandes defesas, ou seja, cumpriu a sua obrigação. Nota: 10.

Edenílson – Bem. Ao que foi proposto fazer se deu muito bem. Não avançou e evitou os cruzamentos. Entretanto ainda precisa aprender a marcar melhor, uma vez que leva muitas bolas nas costas. Nota: 8.

Chicão – Precisão. Com grande autoridade desarmou bem o time adversário e também se deu bem na sobra. Ainda não gostei de seu posicionamento nas jogadas aéreas. Nota: 8.
Leandro Castán – Tentou. Quando vê que seus companheiros precisam de força lá na frente parte pra cima e tenta auxiliar. Teve raça e força de vontade, mas também continua falhando nas jogadas aéreas. Nota: 8.

Fábio Santos – Bom. O professor disse pra ele não avançar e foi o que fez. Marcou muito bem e evitou a principal jogada do adversário. Nota: 8.

Ralf – Monstro. Por mais uma vez cumpriu o seu papel, só que faltou dar maior alternativa de saída de jogo para seus companheiros. Nota: 8.

Paulinho – Discreto. Pensou somente em marcar, e nas raras vezes que chegou ao ataque levou perigo ao time adversário. Precisava ter sido mais aquele ‘homem-surpresa’. Nota: 7.

Danilo – Sono. Não entrou na partida e esqueceu que tinha de armar a equipe. Nessa partida foi aquele jogador apático que tanto criticávamos. Nota: 5.

Jorge Henrique – Abaixo. Mesmo querendo mostrar muito talento e sofrendo faltas não foi o jogador de outras partidas. Ficou abaixo do esperado e a expulsão também não pode ser aceita pacificamente por nós torcedores. Nota: 5.

Émerson Sheik – Apanhou. Realmente não o deixaram jogar, porque sempre o chutavam e paravam com falta, entretanto o árbitro insistia em não marcar nada. Também esteve abaixo do esperado e fez uma única jogada boa. Nota: 7.

William – Horrível. Não é o jogador que é ruim, mas sim atuando nessa posição de centroavante. Não é a dele e deu pra ver isso claramente. O Sheik puxou o contra-ataque olhou pra dentro da área e cadê o ‘matador’? Joga bem, mas pelos lados do campo. Nota: 5.

Alex – Fraco. Entrou e não fez nada de bom, nem ao menos chutar ao gol adversário. Nota: 3.

Alessandro – Jogou pouco. Sem nota.

Élton – Jogou pouco. Sem nota.

Tite – Precisa pensar. Não pode colocar o William como centroavante se não tem o Liédson coloca o Bill ou o Élton. Acaba queimando o jogador perante a torcida, uma vez que já sabe que somos exigentes. Depois da expulsão do Jorge Henrique fez o que foi necessário. Nota: 8.

Fiel Torcida – Compareceu. Nos revoltamos com o árbitro, apoiamos o time com um a menos e lotaremos o Pacaembu na partida decisiva. Nota: 10.

José Hernando Buitrago – Muito fraco. O juiz dessa partida foi mau-caráter, porque teve medo da torcida da casa. Fez de tudo para os equatorianos vencerem ou pelo menos nos enfraquecerem para a partida de volta. Nota: 1.