
O tão esperado título da Copa Libertadores da América parece estar muito próximo do Parque São Jorge, isso porque na quarta-feira (27/06) os nossos guerreiros foram até o estádio La Bombonera e arrancaram um importante empate em 1 a 1 frente ao temido Boca Juniors.
Com o resultado agora podemos decidir no Pacaembu a nossa história na competição, já que uma vitória simples nos sagra campeões da América. Empate por qualquer quantidade de gols a partida vai pra prorrogação e persistindo a igualdade a decisão será nos pênaltis.
Logo no início da partida percebia-se que seria um jogo bem truncado e de muita cautela. Querendo se impor no campo do adversário os nossos marcadores começaram a dividir qualquer lance e mostrar garra para a torcida argentina. Com isso os jogadores do Boca começaram a partir pra cima e se irritaram, principalmente, o atacante Erviti.
E a primeira chance de gol foi criada por nós, após Paulinho romper a linha de meio de campo e chutar forte para grande defesa do goleiro Orión. Apesar dessa oportunidade o nosso time recuou exageradamente, mas aproveitava-se da individualidade e velocidade de Émerson Sheik, que sofria faltas e pendurou um dos zagueiros adversários.
Buscando o ataque o Boca foi perigoso após cruzamento de Mouche que Santiago Silva, aquele mesmo que jogou no Corinthians e perdeu um gol em cima da linha, golpeou de voleio, mas Alessandro bem postado evitou o que poderia ser o primeiro gol.
Aos 38 minutos começamos a sofrer um pouco mais, já que Jorge Henrique sentiu uma fisgada na coxa e teve de ser substituído, em seu lugar entrou Liédson.
Durante os minutos finais o Boca até tentou chegar no toque de bola, mas os erros de passes de ambos os lados impressionavam a todos que estavam assistindo.
Na etapa complementar o Corinthians voltou com o claro objetivo de se defender e sair nos contra-ataques, enquanto o Boca Juniors queria marcar o seu primeiro gol.
Ficamos acuados lá atrás e não conseguíamos sair, a não ser em ‘chutões’ pra frente sem nenhum sucesso. Os argentinos melhoraram o passe e foram nos envolvendo, tanto que não ficávamos com a segunda bola.
Cássio teve que trabalhar aos 15 minutos depois de chute de Mouche, e a zaga rebateu muitas bolas, até que aos 28 minutos Mouche cobrou escanteio, Santiago Silva totalmente livre desviou para dentro do gol, então Chicão meteu a mão na bola, que bateu na trave e sobrou para o zagueiro Roncaglia estufar a nossa rede.
Com a vantagem do Boca ai que fomos mais acuados, já que os argentinos queriam decidir a partida em casa e nos causar dificuldades para o jogo do Brasil. O professor Tite percebendo que não conseguíamos sair, mudou o posicionamento de Danilo, Alex, Sheik e Liédson então começamos a ter a posse de bola e fazer jogadas de perigo, entretanto sem nenhum poder efetivo.
Foi então que aos 40 minutos Romarinho entrou no lugar de Danilo, e após dois minutos Paulinho roubou a bola no meio de campo, em seguida tocou para Émerson que driblou o marcador e lançou para Romarinho, que por sua vez caminhou e jogou por cima do goleiro adversário. Estava decretado o empate, e surgia um craque e talismã corinthiano.
E ainda nos acréscimos da partida o atacante argentino cara a cara com Cássio chutou pra fora. Estava decretado o empate em 1 a 1, e a decisão para quarta-feira (04/07), às 21h50, no Pacaembu.
Cássio – Ótimo. Fez cera no momento necessário, quando foi solicitado realizou grandes defesas e não teve culpa no gol do adversário. Nota: 10.
Alessandro – Guerreiro. O jogador teve uma atuação muito boa no setor defensivo, sendo que pouco pôde apoiar e ainda nos salvou de tomar o gol de Santiago Silva. Nota: 9.
Chicão – Chutão. Foi bem nas coberturas dos laterais e falhou em alguns momentos nas jogadas aéreas. Mesmo quando a bola estava em seus pés e podia sair jogando optou pelos chutões, que a meu ver, muitas vezes, foram desnecessários. Nota: 8.
Leandro Castán – Preciso. Não me lembro dele ter perdido nenhuma disputa e muito menos cobertura. Nas jogadas aéreas não comprometeu o setor, entretanto precisa parar de querer sair jogando e rompendo as fronteiras do meio de campo. Nota: 9.
Fábio Santos – Discreto. Se manteve totalmente no setor defensivo e procurou não passar do meio de campo. Teve garra e força de vontade. Nota: 8.
Ralf – Joga mais. Não foi a sua pior partida, mas esteve muito abaixo de seu rendimento. Sabemos que ele pode jogar muito mais do que apresentou e tomou alguns dribles que não pode. No lance do gol ainda acho que teve uma parcela de culpa, já que desistiu da marcação do zagueiro para deixar o mesmo em impedimento. Nota: 7.
Paulinho – Procurou. Fez a sua função defensiva e procurou chegar como ‘homem-surpresa’, mas devido a forte marcação do adversário a única chance foi em chute de longa distância. Nota: 9.
Danilo – Importante. Cadenciou a partida, chamou o jogo e recebeu muitas faltas. Também consegue jogar muito mais do que apresentou nessa partida. Nota: 7.
Alex – Defensivo. Claramente a sua primeira função foi marcar, e se conseguisse arriscar algum chute ou armar jogada seria ótimo. Teve atuação elogiada, porque congestionou o meio de campo. Nota: 8.
Jorge Henrique – Pouco. Enquanto esteve em campo estava muito bem defensivamente, mas partir pra cima do adversário não aconteceu nenhuma vez. Nota: 6.
Émerson Sheik – Ativo. É o cara que coloca fogo no jogo, tanto no futebol como na provocação. Tentou tirar o time de trás e ainda deu o passe para o gol. Nota: 9.
Liédson – Fraco. Foi colocado em campo para tentar segurar a bola no nosso campo de ataque, mas também recuou junto com todo o time e não cumpriu a sua função. Nota: 5.
Romarinho – Uma jogada. Entrou, recebeu uma bola e fez um golaço, que inclusive pode nos dar o título da Copa Libertadores. Nota: 10.
Tite – Retranca. Sabe que a equipe ficou muito atrás e foi devido a isso que levamos o gol. Também quando o Jorge Henrique se machucou não confiou no Romarinho e por isso colocou o Liédson, mas no final consertou o seu erro e colocou o talismã. Nota: 8.
Fiel Torcida – Sem limites. Chegamos de carro, ônibus e avião. Lotamos o estádio argentino e comemoramos esse grande empate, que nos dá tranquilidade para o jogo no Pacaembu. Nota: 10.
Com o resultado agora podemos decidir no Pacaembu a nossa história na competição, já que uma vitória simples nos sagra campeões da América. Empate por qualquer quantidade de gols a partida vai pra prorrogação e persistindo a igualdade a decisão será nos pênaltis.
Logo no início da partida percebia-se que seria um jogo bem truncado e de muita cautela. Querendo se impor no campo do adversário os nossos marcadores começaram a dividir qualquer lance e mostrar garra para a torcida argentina. Com isso os jogadores do Boca começaram a partir pra cima e se irritaram, principalmente, o atacante Erviti.
E a primeira chance de gol foi criada por nós, após Paulinho romper a linha de meio de campo e chutar forte para grande defesa do goleiro Orión. Apesar dessa oportunidade o nosso time recuou exageradamente, mas aproveitava-se da individualidade e velocidade de Émerson Sheik, que sofria faltas e pendurou um dos zagueiros adversários.
Buscando o ataque o Boca foi perigoso após cruzamento de Mouche que Santiago Silva, aquele mesmo que jogou no Corinthians e perdeu um gol em cima da linha, golpeou de voleio, mas Alessandro bem postado evitou o que poderia ser o primeiro gol.
Aos 38 minutos começamos a sofrer um pouco mais, já que Jorge Henrique sentiu uma fisgada na coxa e teve de ser substituído, em seu lugar entrou Liédson.
Durante os minutos finais o Boca até tentou chegar no toque de bola, mas os erros de passes de ambos os lados impressionavam a todos que estavam assistindo.
Na etapa complementar o Corinthians voltou com o claro objetivo de se defender e sair nos contra-ataques, enquanto o Boca Juniors queria marcar o seu primeiro gol.
Ficamos acuados lá atrás e não conseguíamos sair, a não ser em ‘chutões’ pra frente sem nenhum sucesso. Os argentinos melhoraram o passe e foram nos envolvendo, tanto que não ficávamos com a segunda bola.
Cássio teve que trabalhar aos 15 minutos depois de chute de Mouche, e a zaga rebateu muitas bolas, até que aos 28 minutos Mouche cobrou escanteio, Santiago Silva totalmente livre desviou para dentro do gol, então Chicão meteu a mão na bola, que bateu na trave e sobrou para o zagueiro Roncaglia estufar a nossa rede.
Com a vantagem do Boca ai que fomos mais acuados, já que os argentinos queriam decidir a partida em casa e nos causar dificuldades para o jogo do Brasil. O professor Tite percebendo que não conseguíamos sair, mudou o posicionamento de Danilo, Alex, Sheik e Liédson então começamos a ter a posse de bola e fazer jogadas de perigo, entretanto sem nenhum poder efetivo.
Foi então que aos 40 minutos Romarinho entrou no lugar de Danilo, e após dois minutos Paulinho roubou a bola no meio de campo, em seguida tocou para Émerson que driblou o marcador e lançou para Romarinho, que por sua vez caminhou e jogou por cima do goleiro adversário. Estava decretado o empate, e surgia um craque e talismã corinthiano.
E ainda nos acréscimos da partida o atacante argentino cara a cara com Cássio chutou pra fora. Estava decretado o empate em 1 a 1, e a decisão para quarta-feira (04/07), às 21h50, no Pacaembu.
Cássio – Ótimo. Fez cera no momento necessário, quando foi solicitado realizou grandes defesas e não teve culpa no gol do adversário. Nota: 10.
Alessandro – Guerreiro. O jogador teve uma atuação muito boa no setor defensivo, sendo que pouco pôde apoiar e ainda nos salvou de tomar o gol de Santiago Silva. Nota: 9.
Chicão – Chutão. Foi bem nas coberturas dos laterais e falhou em alguns momentos nas jogadas aéreas. Mesmo quando a bola estava em seus pés e podia sair jogando optou pelos chutões, que a meu ver, muitas vezes, foram desnecessários. Nota: 8.
Leandro Castán – Preciso. Não me lembro dele ter perdido nenhuma disputa e muito menos cobertura. Nas jogadas aéreas não comprometeu o setor, entretanto precisa parar de querer sair jogando e rompendo as fronteiras do meio de campo. Nota: 9.
Fábio Santos – Discreto. Se manteve totalmente no setor defensivo e procurou não passar do meio de campo. Teve garra e força de vontade. Nota: 8.
Ralf – Joga mais. Não foi a sua pior partida, mas esteve muito abaixo de seu rendimento. Sabemos que ele pode jogar muito mais do que apresentou e tomou alguns dribles que não pode. No lance do gol ainda acho que teve uma parcela de culpa, já que desistiu da marcação do zagueiro para deixar o mesmo em impedimento. Nota: 7.
Paulinho – Procurou. Fez a sua função defensiva e procurou chegar como ‘homem-surpresa’, mas devido a forte marcação do adversário a única chance foi em chute de longa distância. Nota: 9.
Danilo – Importante. Cadenciou a partida, chamou o jogo e recebeu muitas faltas. Também consegue jogar muito mais do que apresentou nessa partida. Nota: 7.
Alex – Defensivo. Claramente a sua primeira função foi marcar, e se conseguisse arriscar algum chute ou armar jogada seria ótimo. Teve atuação elogiada, porque congestionou o meio de campo. Nota: 8.
Jorge Henrique – Pouco. Enquanto esteve em campo estava muito bem defensivamente, mas partir pra cima do adversário não aconteceu nenhuma vez. Nota: 6.
Émerson Sheik – Ativo. É o cara que coloca fogo no jogo, tanto no futebol como na provocação. Tentou tirar o time de trás e ainda deu o passe para o gol. Nota: 9.
Liédson – Fraco. Foi colocado em campo para tentar segurar a bola no nosso campo de ataque, mas também recuou junto com todo o time e não cumpriu a sua função. Nota: 5.
Romarinho – Uma jogada. Entrou, recebeu uma bola e fez um golaço, que inclusive pode nos dar o título da Copa Libertadores. Nota: 10.
Tite – Retranca. Sabe que a equipe ficou muito atrás e foi devido a isso que levamos o gol. Também quando o Jorge Henrique se machucou não confiou no Romarinho e por isso colocou o Liédson, mas no final consertou o seu erro e colocou o talismã. Nota: 8.
Fiel Torcida – Sem limites. Chegamos de carro, ônibus e avião. Lotamos o estádio argentino e comemoramos esse grande empate, que nos dá tranquilidade para o jogo no Pacaembu. Nota: 10.
Ótimo post. Eu diria que foi a pior partida que vi do Ralf, mas o cão-de-guarda tem crédito. Vai jogar bem em São Paulo, certeza. O Alex também não jogou nada, mas é importante pro time. Liédson está baleado. Nota 6 para os três e 8-9 para o resto do time. Quanto a raça, nota 10 para todos.
ResponderExcluircassio 9 alessadro 10 chicão 10 l. casan 7 f. santos 8 ralf 9 paulinho 10 danilo 7 alex 7 jh 9 sheik 10 liedson 8 romarinho 8 tite 10 fiel 1000000
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