
A noite do dia 04 de julho de 2012 ficará marcada para sempre na história do Sport Club Corinthians Paulista, e em especial de cada um dos 30 milhões do bando de loucos que puderam participar da conquista inédita da Copa Libertadores da América.
A partida iniciou muito truncada e cheia de empurrões, sendo que cada time queria ocupar um espaço maior em campo. Os argentinos vieram com a mesma proposta de sempre dar empurrões, socos e tentar desestabilizar o adversário para que alguém seja expulso, mas os nossos atletas estavam espertos e não entraram na “pilha” argentina.
Se o meio de campo estava congestionado o futebol apareceu nos pés de Émerson Sheik, que com velocidade partia pra cima dos argentinos e elevava perigo ao gol de Orion. E foi justamente em uma jogada envolvendo Sheik que o goleiro adversário se chocou com seu próprio companheiro de equipe e teve de ser substituído.
Alex arriscou de fora da área, mas sem sucesso. Do outro lado o nosso setor defensivo se mantinha sólido e Cássio só teve que cobrar tiro de meta.
Na etapa complementar os jogadores do Corinthians sabiam que não podiam levar a partida para prorrogação, já que toda a nação corinthiana não mereceria tanto sofrimento. Os argentinos por sua vez começaram a fazer a famosa catimba tentando levar a partida pra prorrogação, e se possível para os pênaltis.
Consciente de que isso não poderia acontecer Alex cobrou falta aos 8 minutos, a bola foi desviada de cabeça pelo pequeno Jorge Henrique, e sobrou para Danilo que tocou de calcanhar para Émerson Sheik, que fuzilou para abrir o placar no Pacaembu.
Começava a festa alvinegra em todo o mundo, e a decepção dos “anti” que tanto torciam contra. Sem muito o que fazer o Boca Juniors abriu mão de seu sistema defensivo e partiu pra cima de nós. Entretanto Riquelme totalmente apagado, as oportunidades vinham de bolas paradas ou cruzadas, mas todas neutralizadas pela nossa zaga.
Sem ter trabalho até aquele momento Cássio teve que fazer grande defesa em cabeceada de Mouche, mas foi só o que os argentinos conseguiram fazer. E aos 27 minutos Schiavi errou passe no meio de campo, então Sheik roubou a bola e arrancou em direção ao gol, batendo na saída do goleiro e fechando o “caixão” do Boca Juniors.
Com 2 a 0 no placar foi o momento de administrar a partida e fazer o tempo passar, com destaque para os entreveros entre Émerson Sheik e o “boludo” Caruzzo. Mas no final a inédita conquista da Copa Libertadores da América, e o grito de “É campeão” ecoou durante toda a madrugada nos quatro cantos do mundo.
Cássio – Perfeito. Quando foi exigido se fez presente e realmente merece ser o titular do nosso gol. Nota: 10.
Alessandro – Volta por cima. Se contundiu e teve que ver Edenílson o substituí-lo a altura e em alguns pontos até melhor. Foi bem nas duas partidas contra os argentinos e mostrou que voltou a ser aquele jogador de antigamente. Nota: 10.
Chicão – Paredão. Não perdeu nenhuma bola por baixo e nem por cima. Perfeito na cobertura dos laterais e ainda quase deixou o seu gol. Nota: 10.
Leandro Castán – Excelente. Foi conquistando seu espaço e se tornou um símbolo da raça corinthiana. Deu algumas emoções para a torcida quando quis sair jogando, mas foi excelente no setor defensivo. Nota: 10.
Fábio Santos – Voluntarioso. Mesmo tendo que se preocupar em defender, já que em suas costas saíram as principais jogadas do adversário, ainda teve força para chegar ao ataque e fazer as jogadas. Nota: 10.
Ralf – Monstro. Tudo que não jogou na primeira partida fez durante o segundo jogo da final. É um volante que já merece a seleção brasileira e pode ser o homem de confiança do professor Mano. Nota: 10.
Paulinho – Versátil. Não teve problema de se segurar mais e não avançar tanto ao ataque, mas mesmo assim de vez enquando apareceu como o ‘homem-surpresa’. Nota: 10.
Danilo – Maestro. Às vezes todos pensam que ele está morto em campo, mas em uma jogada consegue deixar o companheiro na cara do gol. Soube cadenciar a partida e ainda ajudou na marcação. Nota: 10.
Alex – Importante. Apesar de esperarmos do jogador mais individualidade ele tem sido importante na cobrança de bolas paradas, bem como nos chutes de longa distância. Seu auxílio ao setor defensivo também é um ponto que merece destaque. Nota: 9.
Jorge Henrique – Motorzinho. No setor defensivo foi perfeito. Já no ataque perdeu alguns gols que não é admissível. Nota: 9.
Émerson Sheik – O Cara. Partiu pra cima do adversário com audácia e ousadia. Provocou e enfrentou os jogadores argentinos, e pra deixar a nação corinthiana feliz fez só os dois gols na final da Copa Libertadores da América. Nota: 10.
Liédson – Entrou. Sem nota.
Wallace – Entrou. Sem nota.
Gilsinho – Entrou. Sem nota.
Tite – Mestre. Em 2011 estava em baixa, mas foi se recuperando e montando a equipe ao seu modo. Criou um grupo de amigos que sempre estiveram dispostos a conquistar os títulos para o Sport Club Corinthians Paulista. Agora deu a volta por cima e conquistou a América com a gente. Tenho certeza que estará no Mundial e conquistaremos o nosso bicampeonato. Nota: 10.
Fiel Torcida – Apoio incondicional. Lotamos o Pacaembu e encantamos o mundo com a nossa performance nas arquibancadas, bem como com o apoio que damos a equipe que está ali representando o Corinthians. Nota: 10.
A partida iniciou muito truncada e cheia de empurrões, sendo que cada time queria ocupar um espaço maior em campo. Os argentinos vieram com a mesma proposta de sempre dar empurrões, socos e tentar desestabilizar o adversário para que alguém seja expulso, mas os nossos atletas estavam espertos e não entraram na “pilha” argentina.
Se o meio de campo estava congestionado o futebol apareceu nos pés de Émerson Sheik, que com velocidade partia pra cima dos argentinos e elevava perigo ao gol de Orion. E foi justamente em uma jogada envolvendo Sheik que o goleiro adversário se chocou com seu próprio companheiro de equipe e teve de ser substituído.
Alex arriscou de fora da área, mas sem sucesso. Do outro lado o nosso setor defensivo se mantinha sólido e Cássio só teve que cobrar tiro de meta.
Na etapa complementar os jogadores do Corinthians sabiam que não podiam levar a partida para prorrogação, já que toda a nação corinthiana não mereceria tanto sofrimento. Os argentinos por sua vez começaram a fazer a famosa catimba tentando levar a partida pra prorrogação, e se possível para os pênaltis.
Consciente de que isso não poderia acontecer Alex cobrou falta aos 8 minutos, a bola foi desviada de cabeça pelo pequeno Jorge Henrique, e sobrou para Danilo que tocou de calcanhar para Émerson Sheik, que fuzilou para abrir o placar no Pacaembu.
Começava a festa alvinegra em todo o mundo, e a decepção dos “anti” que tanto torciam contra. Sem muito o que fazer o Boca Juniors abriu mão de seu sistema defensivo e partiu pra cima de nós. Entretanto Riquelme totalmente apagado, as oportunidades vinham de bolas paradas ou cruzadas, mas todas neutralizadas pela nossa zaga.
Sem ter trabalho até aquele momento Cássio teve que fazer grande defesa em cabeceada de Mouche, mas foi só o que os argentinos conseguiram fazer. E aos 27 minutos Schiavi errou passe no meio de campo, então Sheik roubou a bola e arrancou em direção ao gol, batendo na saída do goleiro e fechando o “caixão” do Boca Juniors.
Com 2 a 0 no placar foi o momento de administrar a partida e fazer o tempo passar, com destaque para os entreveros entre Émerson Sheik e o “boludo” Caruzzo. Mas no final a inédita conquista da Copa Libertadores da América, e o grito de “É campeão” ecoou durante toda a madrugada nos quatro cantos do mundo.
Cássio – Perfeito. Quando foi exigido se fez presente e realmente merece ser o titular do nosso gol. Nota: 10.
Alessandro – Volta por cima. Se contundiu e teve que ver Edenílson o substituí-lo a altura e em alguns pontos até melhor. Foi bem nas duas partidas contra os argentinos e mostrou que voltou a ser aquele jogador de antigamente. Nota: 10.
Chicão – Paredão. Não perdeu nenhuma bola por baixo e nem por cima. Perfeito na cobertura dos laterais e ainda quase deixou o seu gol. Nota: 10.
Leandro Castán – Excelente. Foi conquistando seu espaço e se tornou um símbolo da raça corinthiana. Deu algumas emoções para a torcida quando quis sair jogando, mas foi excelente no setor defensivo. Nota: 10.
Fábio Santos – Voluntarioso. Mesmo tendo que se preocupar em defender, já que em suas costas saíram as principais jogadas do adversário, ainda teve força para chegar ao ataque e fazer as jogadas. Nota: 10.
Ralf – Monstro. Tudo que não jogou na primeira partida fez durante o segundo jogo da final. É um volante que já merece a seleção brasileira e pode ser o homem de confiança do professor Mano. Nota: 10.
Paulinho – Versátil. Não teve problema de se segurar mais e não avançar tanto ao ataque, mas mesmo assim de vez enquando apareceu como o ‘homem-surpresa’. Nota: 10.
Danilo – Maestro. Às vezes todos pensam que ele está morto em campo, mas em uma jogada consegue deixar o companheiro na cara do gol. Soube cadenciar a partida e ainda ajudou na marcação. Nota: 10.
Alex – Importante. Apesar de esperarmos do jogador mais individualidade ele tem sido importante na cobrança de bolas paradas, bem como nos chutes de longa distância. Seu auxílio ao setor defensivo também é um ponto que merece destaque. Nota: 9.
Jorge Henrique – Motorzinho. No setor defensivo foi perfeito. Já no ataque perdeu alguns gols que não é admissível. Nota: 9.
Émerson Sheik – O Cara. Partiu pra cima do adversário com audácia e ousadia. Provocou e enfrentou os jogadores argentinos, e pra deixar a nação corinthiana feliz fez só os dois gols na final da Copa Libertadores da América. Nota: 10.
Liédson – Entrou. Sem nota.
Wallace – Entrou. Sem nota.
Gilsinho – Entrou. Sem nota.
Tite – Mestre. Em 2011 estava em baixa, mas foi se recuperando e montando a equipe ao seu modo. Criou um grupo de amigos que sempre estiveram dispostos a conquistar os títulos para o Sport Club Corinthians Paulista. Agora deu a volta por cima e conquistou a América com a gente. Tenho certeza que estará no Mundial e conquistaremos o nosso bicampeonato. Nota: 10.
Fiel Torcida – Apoio incondicional. Lotamos o Pacaembu e encantamos o mundo com a nossa performance nas arquibancadas, bem como com o apoio que damos a equipe que está ali representando o Corinthians. Nota: 10.
Se La Bombonera é um Caldeirao, o Pacaembu é um Sanatorio A ARENA CORINTHIANS vai ser um MANICOMIO..... e os anti vao pirar mais ainda. #VAI CORINTHIANS!!!!!!!!!!!!!!
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